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O que é Vacina Tríplice Viral?

A Vacina Tríplice Viral é uma vacina atenuada que, assim como a Tetra Viral, combate o sarampo, entre outras doenças.

Quais doenças ela previne?

Sarampo, Caxumba, Rubéola.

Como é aplicada?

Subcutânea.

Onde pode ser encontrada?

Ela pode ser encontrada na Imovac, com atendimento domiciliar, nas clínicas privadas de vacinação e nas Unidades Básicas de Saúde.

Indicação:

Crianças, adolescentes e adultos. Idosos podem receber a vacina em situação de risco epidemiológico aumentado para essas doenças. Nesses casos, a recomendação deverá ser avaliada pelo médico. A vacinação é indicada como rotina a partir dos 12 meses de idade podendo, em casos de surtos, ser antecipada para a partir dos 6 meses de idade, nunca antes disso. Como nessa faixa etária o risco de falha vacinal é maior, mantêm-se necessárias mais 2 doses após 12 meses de idade.

Contraindicações da Vacina Tríplice Viral:

Está contraindicada para gestantes, pessoas com baixa imunidade em consequência de doença ou uso de medicamentos, história de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente.

A maior parte sas crianças com histórico de reação anafilática a ovo não tem reações à vacina. Mesmo que a reação ao ovo seja intensa, não existe contraindicação ao uso da vacina tríplice viral. É prudente, no então, que a aplicação seja realizada em ambientes hospitalares.

Possíveis Reações:

Reações muito comuns: vermelhidão no local da injeção, febre maior ou igual a 37,5°C.

Reações comuns: infecção do trato respiratório superior, rash cutâneo (erupção na pele), dor e edema no local da injeção, febre acima de 39,5°C, erupções cutâneas similares àquelas provocadas pelo sarampo.

Reações incomuns: otite média, aumento ou surgimento de gânglios próximo à região do local da vacinação (linfadenopatia), falta de apetite, nervosismo, choro anormal (em crianças), insônia, conjuntivite, bronquite, tosse, aumento da glândula parótida, diarreia, vômito.

Reações raras: dor de garganta, mal estar, náusea, diarreia, vômito, reações alérgicas, convulsões febris. Em geral, a freqüência das reações adversas da primeira dose da vacina é similar à da segunda dose. A exceção é dor no local da injeção, comum após a primeira dose e muito comum após a segunda.

Cuidados antes, durante e após a aplicação da Vacina Tríplice Viral:

Gravidez: É melhor evitar gravidez por 30 dias após a vacinação. Mas, se a vacinação acontecer desprevenidamente durante a gestação, ou a mulher engravidar em seguida à vacinação, não há motivo para preocupação, visto que não há registros na literatura médica de problemas consequentes desse tipo de situação.  

Quimioterapia: Pessoas que estão em tratamento contra o câncer, passando por quimioterapia, só podem realizar a vacinação três meses após o término do tratamento.

Medicamentos: Pessoas que fizeram uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em dose superior a 20 mg/kg/dia (adultos) e 2 mg/kg/dia (crianças), por tempo superior a 14 dias, devem tomar a vacina pelo menos um mês depois da suspensão do uso.

Sintomas: Lembre-se sempre de comunicar o serviço que realizou a vacinação em caso de sintoma grave e/ou inesperado.

Quantas doses tomar?

A pessoa deve tomar duas doses na vida, com intervalo nunca inferior a 4 semanas (30 dias), aplicadas a partir dos 12 meses de idade para ser considerada protegida.

Em casos de surto ou exposição domiciliar do sarampo, a primeira dose pode ser aplicada a partir dos 6 meses de idade. Ela, no entanto, não conta para o esquema de rotina: permanecendo necessárias mais duas doses a partir dos 12 meses.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam às crianças como rotina: uma dose aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses e 2 anos de idade, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou a combinada (tetravalente viral/SCR-V).*

Tem alergia? Veja do que é feita a Vacina Tríplice Viral:

É uma vacina atenuada. Apresenta os vírus vivos, porém “enfraquecidos”, do sarampo, da rubéola e da caxumba; aminoácidos; albumina humana; sulfato de neomicina; sorbitol e gelatina. Também apresenta traços de proteína do ovo de galinha usado no processo de fabricação da vacina.

Uma das vacinas utilizadas na rede pública brasileira apresenta traços de lactoalbumina (proteína do leite de vaca).

*Para a vacinação infantil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), apresenta como rotina a primeira dose da vacina aos 12 meses de idade; e aos 15 meses (quando é utilizada a vacina combinada à vacina varicela, tetravalente viral/SCR-V). Ainda no PNI, também podem se vacinar gratuitamente pessoas até 29 anos, sendo duas doses com intervalo mínimo de 30 dias; e pessoas entre 30 e 49 anos recebem uma dose.

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